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PENSAMENTOS GEOGRÁFICOS do PIBIDIANO DE GEOGRAFIA JÚNIOR CESAR 

 

"Pra você que faz cara feia quando eu digo que faço GEOGRAFIA ou solta um "Hum, que legal" extremamente irônico...

Só tenho a dizer que a amplicidade dessa ciência me torna a cada dia uma pessoa melhor e aumenta ainda mais o meu amor pelas diversas Geografias que rodeiam a todos. ...   Minha graduação me permite ousar a te falar um pouco sobre o universo ou da formação da Terra. Posso te explanar sobre a dicotomia do urbano X rural ou te fazer me odiar falando de política.   Posso ainda demonstrar como a dispersão dos biomas estão intimamente ligados à composição do solo, ao clima e dentre outros fatores.   Posso te ensinar a diferença de clima e tempo e te fazer perceber o quanto é engraçado quando você diz "Como está o clima hoje?" e te aborrecer falando de economia ou dos males do capitalismo.   Posso mostrar rochas, minerais e o dinamismo das formas e estruturas do relevo.   Posso ainda, descobrir contigo outras cidades, estados, países e continentes, e outros planetas também!   Conto histórias também, do PR, do Brasil e do mundo e quebro a cabeça com problemas matemáticos da nossa amiga Cartografia.   Questiono os problemas da educação geográfica e modifico meu modo de ensinar, para despertar a busca sagaz em aprender Geografia.   São tantas ciências que a Geografia engloba, que posso ter me esquecido de algo que está ao meu domínio. Mas é isso, não existe uma ciência melhor do que a outra, mas se existisse, a Geografia seria uma forte candidata!   A Geografia mexeu comigo e me fez amá-la incondicionalmente.   Enfim, a Geografia é uma mãe que te acolhe e te faz refletir, questionar e propor soluções para o mundo. Ela está em toda parte, até mesmo dentro de você."

 

 

 

 

 

 

 

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3 ANO "A"
3 ANO "A"

 

 

 

 

 

Nesta página serão postadas todas as atividades da disciplina de Geografia, portanto, fique conectado(a).

 

 

  

 

 

 

 

O ESPAÇO GEOGRÁFICO SOB A PERSPECTIVA HISTÓRICA

 

 

 

 

OLHA AÍ TERCEIRÃO! TEM ATIVIDADE AVALIATIVA

 

ENTREGAR A ATIVIDADE NO DIA 27/03/2017 - SEGUNDA-FEIRA

 

“A INDÚSTRIA NOSSA DE CADA DIA”

A indústria construiu a sociedade de consumo que sacramentou definitivamente a ideia de que TER é mais importante do que SER. “Sem a preocupação do SER, o homem torna-se oco por dentro. Perde sua consciência crítica, sua capacidade de reflexão e torna-se uma presa fácil da tríplice aliança formada pelo consumo, a publicidade e a televisão”. O homem deixa de ser sujeito e passa a ser objeto. Tem suas decisões e sua própria vida comandada pelas necessidades e pelos interesses do mercado”. (NOVAES; RODRGUES, 1996)

A indústria se utiliza do marketing para “fazer as nossas cabeças”. A imagem é vista, a informação é dada mas o seu significado poucas vezes é compreendido. Antes de consumidores devemos assumir nossas funções de cidadãos e cidadãs, críticos e conscientes das nossas decisões.

 

AVALIAÇÃO : Data de entrega 27/03/2017 - Segunda-feira

  • Objetivos: leia atentamente o texto “Cloaca do Penta” /elabore um texto (mínimo 10 linhas), no verso desta folha, comentando a influência da indústria da propaganda no nosso cotidiano. (VALOR 1,5)
  • Identifique os personagens apresentados na figura abaixo e traduza a mensagem da figura abaixo e explique o seu significado; (VALOR 1,5)

 

A imagem pode conter: 5 pessoas, texto

 

Analisar o sistema industrial a partir do texto Cloaca do Penta como avaliação parcial do 4º Bimestre – valor 3,0 pontos.

Eugênio Bucci – Folha de São Paulo, 22/06/2002.

 

CLOACA DO PENTA

 

Confesso que bebo Coca-Cola. Ao longo da minha existência , devo ter tido as entranhas lavadas por uma Baía da Guanabara de Cola-Cola. Um Oceano de Coca-Cola. Um século de imperialismo de Coca-Cola. Eu obedeço as placas que ordenam “Beba Coca-Cola”. Eu bebo Coca-Cola. E é assim, dessa condição de um animal que bebe Coca-Cola e que pela Coca-Cola é bebido que eu posso afirmar: eu tenho nojo dessa campanha da Coca-Cola em prol do Brasil na Copa do Mundo. Tenho nojo sobretudo desse comercial em que Pelé aparece suado, pingando, com o uniforme do Santos e, claro, bebendo Coca-Cola. O Pelé bebe Coca-Cola. O leitor, telespectador que é, há de ter visto a peça em questão. A câmara, no começo, mostra dois pés calçados em chuteiras. O esquerdo pisa o chão. O direito descansa sobre uma bola de capotão. A câmara vai subindo vagarosa, num movimento de ascensão. Entra uma voz declamando uma paráfrase pagã do “Pai Nosso”. O Texto da publicidade, cujo autor eu desconheço, faz um trocadilho de pai com pés, algo como “pés nossos que estais no chão”, sei lá, e assim segue a propaganda que, mesmo não sendo samba, evolui em feitio de oração. Surge o rosto do Rei, suor no rosto, Coca nos lábios. Perfeição. A tampinha de Coca-Cola entre em cena, então, e, apenas para não deixar a rima em “ão”, tem o formato de um coração. E lá vem o slogan, que tem algo a ver com paixão. É isso aí: a publicidade se apropria das cores da bandeira nacional, do Rei do futebol e do “Pai Nosso” para construir o valor da marca que, não por acaso, nada tem de nacional, nem de esportiva e muito menos de católica. É isso aí: eu sinto nojo. A publicidade é um superindústria sem cerimônia que fabrica sentidos e significações para a vida vazia dos sujeitos do público. Para nós. Cada um de nós se completa nos signos que a superindústria da publicidade nos oferece. Antes, essas significações eram proporcionadas pela cultura; hoje, são confeccionadas nas superindústria. Quem sou eu? Antes, eu seria um brasileiro, um fã de Pelé, um cristão que gostava de rezar o “Pai Nosso”. Hoje, eu sou um bebedor de Coca-Cola, como um ralo, como um bueiro, como o Pelé. Por isso a marca da Coca-Cola tem tanto valor porque ela se infiltra nos nossos mecanismos identitários, com o perdão da expressão, e com o perdão da rima em “ão”, e aí, infiltrada, ela nos diz quem somos. Assim como a Nike, essa aí que fabrica marca, e não tênis, que é uma superindústria do imaginário, e não uma empresa do ramo de calçados. É essa lógica do imaginário superindustrial que explica parte do gozo experimentado pelo sujeito diante da TV: ele vê ali o sentido (fabricado) do que não tem sentido, o sentido de si mesmo. Ele se pacifica. O consumo das mercadorias começa, portanto, pelo consumo das imagens (das quais o sujeito precisa para se explicar a si mesmo). E o consumo das imagens, como se fosse trabalho, como se ver televisão fosse uma forma de trabalho, ainda que não remunerado, é o que completa a fabricação do valor das marcas.
Voltemos à Coca-Cola, coisa gasosa que eu juro que bebo. Voltemos no tempo, também. Voltemos a 1957, ano em que Décio Pignatari, um pioneiro da crítica de TV no Brasil, fez o seu poema "Cloaca", superconcretamente subversivo: "beba coca cola/ babe cola/ beba coca/ babe cola caco/ caco/ cola/ cloaca". Se adjetivos aí fossem admitidos, poderíamos dizer: supercloaca superindustrial. Voltemos, enfim, ao juízo que nunca tivemos. O imperativo "Beba Coca-Cola" entra assim nos desvãos da fé religiosa, do patriotismo, da devoção a um rei, nem que seja um rei do futebol. E cria seu valor. Como se fôssemos todos idiotas, todos inimputáveis, todos obedientes bebedores de Coca-Cola. É assim e, no entanto, funciona.

 

 

 

A EVOLUÇÃO DO CAPITALISMO

 

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PÓS-GUERRA: O ESPAÇO GEOGRÁFICO BIPOLARIZADO

 

A partir de 1917, depois de vários séculos de existência , o sistema econômico capitalista, passa a ser rivalizado pelo

novo sistema que surge: O SOCIALISMO

 

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Leia sobre o Socialismo Científico na página 10 do livro de geografia.

Então devemos entender quais são as principais características dos dois sistemas.

Vamos lá! 

 

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