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PENSAMENTOS GEOGRÁFICOS do PIBIDIANO DE GEOGRAFIA JÚNIOR CESAR 

 

"Pra você que faz cara feia quando eu digo que faço GEOGRAFIA ou solta um "Hum, que legal" extremamente irônico...

Só tenho a dizer que a amplicidade dessa ciência me torna a cada dia uma pessoa melhor e aumenta ainda mais o meu amor pelas diversas Geografias que rodeiam a todos. ...   Minha graduação me permite ousar a te falar um pouco sobre o universo ou da formação da Terra. Posso te explanar sobre a dicotomia do urbano X rural ou te fazer me odiar falando de política.   Posso ainda demonstrar como a dispersão dos biomas estão intimamente ligados à composição do solo, ao clima e dentre outros fatores.   Posso te ensinar a diferença de clima e tempo e te fazer perceber o quanto é engraçado quando você diz "Como está o clima hoje?" e te aborrecer falando de economia ou dos males do capitalismo.   Posso mostrar rochas, minerais e o dinamismo das formas e estruturas do relevo.   Posso ainda, descobrir contigo outras cidades, estados, países e continentes, e outros planetas também!   Conto histórias também, do PR, do Brasil e do mundo e quebro a cabeça com problemas matemáticos da nossa amiga Cartografia.   Questiono os problemas da educação geográfica e modifico meu modo de ensinar, para despertar a busca sagaz em aprender Geografia.   São tantas ciências que a Geografia engloba, que posso ter me esquecido de algo que está ao meu domínio. Mas é isso, não existe uma ciência melhor do que a outra, mas se existisse, a Geografia seria uma forte candidata!   A Geografia mexeu comigo e me fez amá-la incondicionalmente.   Enfim, a Geografia é uma mãe que te acolhe e te faz refletir, questionar e propor soluções para o mundo. Ela está em toda parte, até mesmo dentro de você."

 

 

 

 

 

 

 


9 ANO "A"
9 ANO "A"

 

 

 

 

 

Nesta página serão postadas todas as atividades da disciplina de Geografia, portanto,

fique conectado(a).

 

 

 

 

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NOSSO LIVRO DE GEOGRAFIA ESTE ANO! 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

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INGLATERRA

É um país que tem como capital a cidade de Londres. Ao longo da história, a Inglaterra conseguiu se impor politicamente sobre alguns países vizinhos e passou a controlar um Estado batizado de Reino Unido (veja a seguir). No século 19, com a Inglaterra à frente, o Império Britânico se tornou um dos maiores da história, com uma extensão territorial equivalente a um quarto do planeta!

 

GRÃ-BRETANHA

É o nome da grande ilha onde ficam três países: Inglaterra, País de Gales e Escócia. Com quase 230 mil km2 de área, ela tem perto de 1000 km de comprimento de norte a sul e pouco menos de 500 km de leste a oeste. O termo “Grã-Bretanha” muitas vezes é usado como sinônimo de “Reino Unido” – o que não é inteiramente correto, pois um dos países que formam o Reino Unido não fica nessa ilha.

BRETANHA

O nome deriva da grande ilha onde fica a Inglaterra, mas, quando alguém menciona apenas “Bretanha”, está se referindo não a um território inglês, mas a uma região na França. A província da Bretanha é a maior área costeira francesa e tem como capital a cidade de Rennes. Por volta do século 6, essa região foi invadida por habitantes da atual Grã-Bretanha, os bretões, dando origem ao nome em comum.

Fonte: https://mundoestranho.abril.com.br/geografia/qual-e-a-diferenca-entre-reino-unido-e-gra-bretanha/

 

 

 

O INÍCIO DIFÍCIL

A Torre Eiffel se ergueu no céu de Paris no fim do século XIX e festejou seus 120 anos em 2009. Símbolo do país, esta obra, inicialmente, não estava prevista para durar. A data chave associada à história da Torre Eiffel é inegavelmente a Exposição Universal de 1889. Na ocasião do centenário da Revolução Francesa, um grande concurso havia sido organizado, tendo como tema a “possibilidade de erguer sobre o Campo de Marte uma torre de ferro, de base quadrada, com 125 metros de largura e 300 metros de altura”. Dos 107 projetos apresentados, o de Gustave Eiffel foi o escolhido. Ele tinha a seu lado Maurice Koechlin e Emile Nouguier, como engenheiros, e Stephen Sauvestre, como arquiteto.

O projeto fez surgir, na época, numerosos destratores que consideraram a Torre como uma ameaça à estética da cidade através da carta de Protesto dos Artistas contra a Torre do Sr. Eiffel. Uma torre de ferro erguida em pleno coração de Paris não convinha, segundo eles, por contrastar demasiadamente com a elegância e a beleza refinada da cidade. Verlaine, por exemplo,  apelidou a Torre Eiffel de “esqueleto de Beffroi” para descrever a aparência pouco graciosa do monumento, uma torre gigante que iria “desfigurar” a cidade.

Torre Eiffel com o Sena

A frágil e delicada torre de ferro será erguida apesar dos protestos. Os trabalhos duram 2 anos e se desenrolam em 3 etapas, uma vez as fundações construídas : a construção do primeiro andar, terminado em 1° de abril de 1888, a construção do segundo andar, terminado em 14 de agosto de 1888, e por fim, a montagem definitiva até o topo da torre em 31 de março de 1889, quando o monumento é inaugurado. Gustave Eiffel sobe os 1710 degraus da torre, que nesta época tinha 312 metros de altura, para colocar no seu topo a bandeira tricolor.

UMA TORRE PROVISÓRIA, FINALMENTE SÍMBOLO DA CAPITAL

Assim que o projeto virou realidade, estava previsto que o direito de exploração ligado à convenção para a construção da torre durasse 20 anos. Ao fim deste período, a torre deveria ser destruída. Durante este período a torre obteve um imenso sucesso na Exposição Universal com 2 milhões de visitantes que vieram conhecê-la. Assim, ela se torna símbolo da potência industrial francesa da época. A torre faz sucesso também na Exposição de 1900. Gustave Eiffel vai então ter um papel determinante para que a torre não seja destruída: ele se empenha para provar a utilidade científica da torre ao multiplicar as experiências científicas em domínios como a astronomia e a fisiologia. Finalmente, o que salvará a torre será sua utilização como antena de rádio, utilizada inicialmente para as comunicações militares e, em seguida, para uma comunicação radiotelegráfica permanente - que teve, aliás, sua utilidade na Primeira Guerra Mundial.

 

 

COLISEU

Mundialmente conhecido, o Coliseu, construído por ordem do imperador Vespasiano e concluído, durante o governo de seu filho Tito, é um dos mais grandiosos monumentos da Roma Antiga.

A parede externa do anfiteatro preserva os quatro pavimentos da estrutura de concreto armado; nas três arquibancadas inferiores estão as fileiras de arcos, e na quarta, pequenas janelas retangulares.

Os assentos eram de mármore e a escadaria  ou arquibancada dividia-se em três partes, correspondentes às diferentes classes sociais: o podium, para as classes altas; a meaniana, setor destinado à classe média; e os pórticos, para a plebe e as mulheres. A tribuna imperial ficava no podium e era ladeada  pelos assentos reservados aos senadores e magistrados.

Por cima dos muros ainda se podem ver as bases de sustentação da grade de cobertura de lona destinada a proteger do sol os espectadores. Para evitar problemas nas saídas dos espetáculos, os arquitetos projetaram oitenta escadarias de saída. Em menos de três minutos, o Coliseu podia ser totalmente evacuado. Suas arquibancadas tinham capacidade para 80  mil pessoas.

 


O Coliseu, em Roma

Anfiteatro Flávio - Coliseu de Roma - Coliseum - Interior
Coliseu de Roma, interior.

 

O Coliseu de Roma foi construído sobre o lago da casa de Nero, a Domus Áurea e ficou conhecido como Colosseo (Coliseu) porque ali foi achada a estátua gigante (colosso) do imperador.

Conta a história que os gladiadores lutavam na arena e que o Coliseu, era o lugar onde os cristãos eram lançados aos leões. Para a inauguração, apenas oito anos depois do início das obras, em 80 d.C., as festas e jogos duraram cem dias, durante os quais morreram 9 mil animais e 2 mil gladiadores.

As atividades do Coliseu foram encerradas em 523 d.C., mas o espaço permanece carregado de uma clima misterioso e símbolo do Império Romano e da cidade eterna.

 

 

 

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A torre do Big Ben, construída em 1858 junto ao novo Palácio de Westminster, constitui um peculiar edifício de 106 metros de altura construído em um estilo gótico que abriga quatro enormes relógios situados em suas faces.

A verdade sobre o Big Ben

Embora geralmente quando se fale do Big Ben nos refiramos à Torre do Relógio do edifício do Parlamento de Londres, essa denominação não é totalmente exata, já que o Big Ben é realmente um enorme sino de 14 toneladas que se encontra no interior da torre.

Um relógio com pontualidade britânica

O relógio da Torre do Big Ben, composto por um relógio de 7 metros de diâmetro em cada um dos seus lados, começou a funcionar em maio de 1859. Hoje em dia se tornou o símbolo da nação e suas badaladas são transmitidas diariamente pela emissora de rádio da BBC.

Trata-se de um dos relógios mais confiáveis que existem, já que é capaz de suportar as inclemências meteorológicas como a neve e o vento, e inclusive suportou os bombardeios alemães durante a Segunda Guerra Mundial, mantendo intacta sua pontualidade.

Embora tenham sido poucas as vezes em que o Big Ben sofreu incidências em sua pontualidade, os cidadãos ingleses não poderão esquecer aquele Réveillon de 1962, quando entraram com 10 minutos de atraso no novo ano devido a algumas falhas técnicas produzidas no Big Ben.

 

 

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