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PENSAMENTOS GEOGRÁFICOS do PIBIDIANO DE GEOGRAFIA JÚNIOR CESAR 

 

"Pra você que faz cara feia quando eu digo que faço GEOGRAFIA ou solta um "Hum, que legal" extremamente irônico...

Só tenho a dizer que a amplicidade dessa ciência me torna a cada dia uma pessoa melhor e aumenta ainda mais o meu amor pelas diversas Geografias que rodeiam a todos. ...   Minha graduação me permite ousar a te falar um pouco sobre o universo ou da formação da Terra. Posso te explanar sobre a dicotomia do urbano X rural ou te fazer me odiar falando de política.   Posso ainda demonstrar como a dispersão dos biomas estão intimamente ligados à composição do solo, ao clima e dentre outros fatores.   Posso te ensinar a diferença de clima e tempo e te fazer perceber o quanto é engraçado quando você diz "Como está o clima hoje?" e te aborrecer falando de economia ou dos males do capitalismo.   Posso mostrar rochas, minerais e o dinamismo das formas e estruturas do relevo.   Posso ainda, descobrir contigo outras cidades, estados, países e continentes, e outros planetas também!   Conto histórias também, do PR, do Brasil e do mundo e quebro a cabeça com problemas matemáticos da nossa amiga Cartografia.   Questiono os problemas da educação geográfica e modifico meu modo de ensinar, para despertar a busca sagaz em aprender Geografia.   São tantas ciências que a Geografia engloba, que posso ter me esquecido de algo que está ao meu domínio. Mas é isso, não existe uma ciência melhor do que a outra, mas se existisse, a Geografia seria uma forte candidata!   A Geografia mexeu comigo e me fez amá-la incondicionalmente.   Enfim, a Geografia é uma mãe que te acolhe e te faz refletir, questionar e propor soluções para o mundo. Ela está em toda parte, até mesmo dentro de você."

 

 

 

 

 

 

 


GEOLEITURA
GEOLEITURA

 

 

 

 

Resultado de imagem para a desordem mundial moniz bandeira

 

 

Entenda o motivo dos atentados terroristas nos EUA e países ricos da Europa. Luiz Alberto Moniz Bandeira – um dos grandes especialistas latino-americanos em análise histórica e geopolítica de crimes praticados pelo imperialismo ocidental, em particular o norte-americano, e de seus reflexos no Brasil – investiga como Estados Unidos, Rússia e países ricos da Europa devastam governos, povos e países – especialmente Iraque, Líbia, Síria, Ucrânia –, alimentando movimentos neoconservadores. Assim, promovem o terror, de maneira a criar um ambiente propício para se apropriarem do petróleo e de outros recursos naturais. Luiz Alberto Moniz Bandeira é formado em Direito, doutor em Ciência Política pela USP e professor titular de política exterior do Brasil no Departamento de História da UnB. Recebeu o título de doutor honoris causa da Unibrasil e da UFBA. Recebeu, em 2014 e em 2015, a indicação ao Prêmio Nobel de Literatura, pela UBE, em reconhecimento ao seu trabalho como “intelectual que vem pensando o Brasil há mais de 50 anos”. Foi professor-visitante de universidades na Alemanha, na Suécia, em Portugal e Argentina e conferencista-visitante em universidades da Europa, dos Estados Unidos e da América Latina.

Fonte:http://www.saraiva.com.br/a-desordem-mundial-9378422.html

 

 

 

Resultado de imagem para livro perrengas princesas 

 

Quem dera encontrar por aqui aquelas calçadas tingidas pelos araçás, amoras, pitangas e jamelões que os pássaros derrubam em ruidosa algazarra! Quem dera rever pelas ruas aqueles sabiás dos tempos de criança, com o peito de ferrugem, os bicos arroxeados e o papo recheado!”

Aí está um trecho do livro Perrengas princesinas, de autoria do professor Mário Sérgio de Melo, do Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), editado pela Todapalavra Editora, com lançamento ainda recente (SESC Ponta Grossa, em 11/7). O livro é uma coletânea de textos, ensaios, crônicas, contos e congêneres, alguns inéditos e outros já publicados, que tratam da ‘Princesa dos Campos’ e suas perrengas, com a esperança de avivar a memória e animar os espíritos para a incessante luta pela construção de uma cidade mais humanizada e mais harmonizada com a natureza que a cerca.

Perrenga é uma variação de perrengue, palavra utilizada com o sentido de discussão, ou da falta de razão, sobre assuntos que não se resolvem. Os textos tratam da cidade, suas ruas sem árvores, das excentricidades de sua elite econômica e classe política, das controvérsias acerca das unidades de conservação, do lixo, do aterro sanitário, dos mananciais, da Universidade, dos alunos, do Campus Uvaranas e suas árvores, seus pássaros e cães de rua, as destemperanças da economia, do mercado, da administração pública, dos empreendedores, da grande mídia…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A História Não Contada dos Estados Unidos

A obra, de autoria do cineasta estadunidense Oliver Stone, cobre um período de mais de 100 anos de história mundial, é fruto de uma profunda pesquisa por cinco anos, em que os autores se debruçaram sobre arquivos da época, e conferiam dados de fontes à exaustão. ...

O resultado mostra que tudo está conectado: Dos governos Reagan e Eisenhower a todo o conceito da Segunda Guerra Mundial; o real significado da batalha contra o nazismo; o desenvolvimento (e a alimentação) da guerra fria; os diversos momentos em que os Estados Unidos agiram, na verdade, como agressores; O Macarthismo e a tradição de espionar toda gente, desde pessoas comuns à líderes mundiais; o modus operandi em que se inserem os conflitos no Iraque, Teerã, o trabalho da CIA e tantos outros eventos que, segundo documentos, tiveram como meta criar uma guerra global ao terror e dividir o mundo.

  

 

 

Repleto de mapas originais, gráficos e dados comparativos, esta obra é uma referência para geógrafos, formuladores de políticas públicas, estudantes de Geografia e todos os interessados na discussão da geopolítica brasileira.

 

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Trata-se de narrativa ambiciosa sobre o estado atual e o futuro das relações internacionais no mundo. È um levantamento amplo e envolvente, cobrindo os países, os continentes, as diferentes regiões e colocando no meio de tudo a ação da megadiplomacia hoje exercida por nações, estados, ONGs, empresas, impérios, uma mídia poderosa: enfim, todos os agentes que atuam nos diferentes níveis de atividade. È, em síntese, um panorama dinâmico do mundo e de seus problemas  -  os grandes conflitos, as diversidades étnicas, o terrorismo, as desigualdades, as desigualdades, as iniqüidades.  O autor procura realçar o papel da megadiplomacia, com a sua força e talento ,para administrar os conflitos e tendo  a capacidade de arrecadar os recursos indispensáveis para tornar mais justa a vida das pessoas, melhorar a   economia global, realizar a reconstrução de estados desorganizados e falidos, enfrentar e combater o terrorismo, alimentar os países pobres e necessitados, fornecer água, segurança, educação, evitar o desastre ambiental, propiciar a boa governança.   O autor já publicou outro livrro (“O segundo mundo”), é renomado, tendo sido eleito como uma das “Pessoas mais influentes do século XXI” pela revista Esquire; escreve para o New York Times e Financial Times e é comentarista da CNN e BBC; graduado e pós-graduado pela Universidade de Georgetown, PHD pela London School of Economics.  Como disse, o texto ora oferecido é um decidido manifesto em favor da megadiplomacia e das suas virtudes como instrumento relevante para melhor governar um mundo sem fronteiras.  O autor é corajoso e polêmico em algumas de suas posições, formulando propostas concretas para solução de problemas cruciais do mundo.  Exemplos:  a noção de “bom governo” suplanta com rapidez a democracia como mantra global;  o Irã deveria ser inundado por contratos comerciais, midiáticos e diplomáticos que o obrigariam a ser mais transparente em suas atividades;  a solução defensável para a Coréia do Norte é dar garantias de que os Estados Unidos não a invadirão;  a “guerra contra o terror” não apresentou resultados melhores do que a “guerra contra as drogas”;  a política externa americana tem favorecido a “guerra longa“, em detrimento da guerra local, mais importante (apesar de suas conexões globais, o terrorismo é principalmente local);  a Doutrina, Responsabilidade de Proteger é natimorta; ela deveria exigir da comunidade internacional que interviesse quando os governos se revelassem incapazes de proteger seu povo ...”  “Uma estratégia inteligente seria insistir em afastar os chefes de estado que muitas vezes são a fonte de todos os problemas. Afastar os maus líderes  -   sim, depô-los violentamente  -  sem punir o povo...”  Segundo, o autor, “uma das principais tarefas dos novos colonialistas é, portanto, derrubar os líderes medievais, no pior sentido da palavra”.  O texto revela grande esforço de pesquisa e de busca de informações.  Para o autor, como já assinalado, “Diplomacia é a resposta em uma só palavra para governar o mundo – e melhorar nosso desenho diplomático global é a chave para melhor governarmos o mundo”.   A globalização, “ao conferir poder e autoridade às redes terroristas transnacionais, ao crime organizado e aos traficantes de drogas, tornou alguns países fracos ainda mais fracos, enquanto empresas multinacionais e ONGs cresceram em poder e estatura”. Por isso, no seu entendimento, “a megadiplomacia é a grande esperança de confrontarmos um mundo de caos neomedieval de altos riscos.

 

 

 

 

 

O Discurso do Avesso, para a crítica da geografia que se ensina



Em 'O discurso do avesso', Ruy Moreira, reflete sobre a força e a responsabilidade do ensino de Geografia - saber que hoje se destaca entre os que mais problematizam o mundo em que vivemos. 

Para dar conta da amplitude do tema, o autor divide o livro em nove capítulos e discute respectivamente; o contexto das ideias geográficas atuais; os fundamentos dessas ideias; sua estrutura tradicional; o papel originário das chamadas 'sociedades de Geografia' e das universidades; as instituições e manuais de ensino no Brasil (em especial, o livro didático); a definição do conteúdo programático e a visão de mundo da Geografia que se ensina; a concepção de Brasil a partir da Geografia que se ensina; as tendências ideológicas e estruturais do sistema universitário e escolar no nosso país. Por fim, no último capítulo, faz um balanço retrospectivo-projetivo da ciência e do ensino geográfico. 

Além de dar destaque à interação entre universidade e escola no desenvolvimento do currículo da Geografia, Ruy Moreira evidencia o papel de ponte que as instituições de ensino exercem ao difundir esse conhecimento para a sociedade como um todo. Assim, este livro estimula uma reflexão crítica e constitui uma importante ferramenta na formação de professores de todos os níveis, principalmente aqueles que procuram compreender com mais profundidade a situação do ensino de Geografia no Brasil.

Autor: Ruy Moreira 
Editora: CONTEXTO
Ano: 2014
Nº de Páginas: 192

 

 

 

 

O Choque de Civilizações e a Recomposição da Ordem Mundial



Comparado ao Fim da História, de F. Fukuyama, pelo impacto causado com sua publicação nos Estados Unidos, O Choque de Civilizações e a Recomposição da Ordem Mundial, do historiador americano Samuel Huntington é um ensaio incisivo e profético sobre a nova ordem mundial. Huntington propõe, neste livro, uma mudança radical do paradigma que vem sendo utilizado para a compreensão da política internacional.

O Choque de Civilizações e a Recomposição da Ordem Mundial foi desenvolvido a partir de um artigo com mesmo título que saiu em 1993 na revista Foreign Affairs, alcançando grande repercussão e provocando intensos debates. Para o autor, no mundo pós-Guerra Fria, a principal fonte de conflito se dá na esfera cultural, e não na ideológica ou econômica. As pretensões universalistas do Ocidente o levam cada vez mais para o confronto com outras civilizações, em especial, com o Islã e a China.

Um dos mais notáveis pensadores políticos da atualidade, Huntington é diretor do Instituto John M. Olin de Estudos Estratégicos, em Harvard, e foi um dos coordenadores, durante o governo Carter, do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos. No Brasil, tiveram grande influência seus estudos realizados nos anos 70 sobre governos autoritários em países não desenvolvidos.

Autor: Samuel P. Huntington
Editora: Objetiva
Páginas: 456
Ano de lançamento: 1997
 

 

 

 

     

 

 

A Geografia – isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra, é uma obra crítica e inovadora do geógrafo francês Yves Lacoste.Veja uma resenha desta obra feita pelo professor de Geografia da FFLCH da Universidade de São Paulo, José William Vesentini. Para acessar a resenha do livro siga o link http://www.geocritica.com.br/lacoste.html

 

 

 

 

Que país é esse?
Edu Silvestre (org.) et al.


Depois que historiadores, economistas, sociólogos e cientistas políticos se debruçaram sobre a realidade brasileira contemporânea, é a vez dos geógrafos nos dizerem o que está acontecendo, nas últimas décadas, com o socioespaço brasileiro. Para isso, Edu Silvestre de Albuquerque organizou o livro Que país é este?, reunindo dez especialistas que respondem a um conjunto de perguntas amplas e variadas, fornecendo indicações substanciais sobre o quadro geral do país. A tarefa não é simples, pois pretende articular a dinâmica social e política do Brasil com transformações no modo de organização do espaço geográfico, o que remete a problemas tanto internos – como os das especificidades regionais –, quanto externos – como o das relações do Brasil com outras nações (particularmente da América Latina) e os interesses do capital internacional.

 

 

 

 

 

 

 

Capitalismo para principiantes – Carlos Eduardo Novaes 

 

O livro reúne texto de humor e 435 ilustrações do cartunista Vilmar Rodrigues. Mostra como começou, e o que é o capitalismo. Foi escrito nos anos 80 e lançado ainda na época da ditadura militar no Brasil. O Livro apresenta através de ilustrações em tom humoristico e sarcastico uma visão muito crítica sobre o capitalismo com viés notadamente marxista e anti-capitalista. 

Download do livro (5 partes): 

http://www.4shared.com/file/162681701/beb34557/Capitalismo_para_principiantes.html
http://www.4shared.com/file/162682763/14522c13/Capitalismo_para_principiantes.html
http://www.4shared.com/file/162683572/c1769ecf/Capitalismo_para_principiantes.html
http://www.4shared.com/file/162684273/2ee98065/Capitalismo_para_principiantes.html
http://www.4shared.com/file/162685404/43fd98d6/Capitalismo_para_principiantes.html 

 

 

 

 

 

 Envie sua opinião sobre Por uma Outra Globalização!

 

 

"Vivemos num mundo confuso e confusamente percebido." É assim que o geógrafo Milton Santos inicia o livro Por uma Outra Globalização: do pensamento único à consciência universal. O autor faz uma análise da globalização e aponta três possibilidades. A primeira seria o mundo como nos fazem vê-lo, a globalização como fábula. Como exemplo, temos a ideologia da aldeia global, da velocidade da informação. Porém, o autor adverte que as informações são releituras da realidade feitas pelos atores hegemônicos da globalização e obviamente procuram manter a dominação por eles exercida. A segunda seria o mundo tal como ele é, a globalização como perversidade. O desemprego crescente, o aumento da pobreza, a tendência de diminuição do salário médio, o aparecimento de novas doenças e o reaparecimento de doenças tidas como erradicadas são exemplos da perversidade da globalização. A terceira é uma amostra de otimismo. O autor apresenta a possibilidade de uma outra globalização. Segundo ele, os avanços da técnica permitiriam que todas as pessoas tivessem melhores condições de vida. Bastaria redirecionar a técnica, que hoje serve a poucos, para servir à maioria. Com certeza, esse é um livro que todos os professores deveriam ler, principalmente os de geografia, que trabalham diretamente com o tema da globalização em sala de aula.  

 

Blog de rafaelababy : ✿¨t¡î¨rƸ̵̡Ӝ̵̨̄ƷTudo para orkut e msn, Barrinhas divisorias

A história do século 20 sob o ponto de vista um dos maiores historiadores da atualidade. Do início da Primeira Guerra Mundial (1914) à crise desencadeada com a queda do Muro de Berlim (1991), Hobsbawm analisa todos os acontecimentos relevantes que marcaram o período.

 

 

 

Melhores livros sobre sutentabilidade

Como está a sua pilha de livros a serem lidos? Ainda dá tempo de incluir títulos na lista de leitura desse ano? Se for possível fazer alguns “encaixes”, que tal aproveitar para ler sobre sustentabilidade?

O publisher da Revista Ideia Sustentável, Ricardo Voltolini, elaborou uma lista com os 25 melhores livros já publicados sobre o assunto. Para isso, ele se inspirou na lista feita por um professor do programa de Liderança em Sustentabilidade da Universidade de Cambridge e nas indicações da WiserEarth uma rede social para a sustentabilidade.

Entre os 75 títulos que compõem as listas de Cambridge e da WiserEarth, Voltolini recomenda os livros abaixo, classificando-os como clássicos, essenciais, provocativos e inspiradores:

1. Do Berço ao Berço, de William McDonough e Michael Braungart;
2. Capitalismo Natural, de Paul Hawken, Amory e Hunter Lovins;
3. Primavera Silenciosa, de Rachel Carson;
4. A Ecologia do Comércio, de Hawken;
5. Colapso, de Jared Diamond;
6. Gaia, de James Lovelock;
7. Small is Beautiful, de EF Schumacher;
8. Nosso Futuro Comum, de Gro Bruntland;
9. Desenvolvimento como Liberdade, de Amartya Sem;
10. Banqueiro dos Pobres, de Muhamad Yunus;
11. Canibais com Garfo e Faca, de John Elkington;
12. O Relatório Stern, de Nicholas Stern;
13. O Capitalismo na Encruzilhada, de Stuart Hart;
14. O Fim da Pobreza, de Jefrrey Sachs;
15. Riqueza na Base da Pirâmide, de C.K. Prahalad;
16. Espírito Ávido, de Charles Handy.
17. A Economia Verde, de Joel Makower;
18. A Vantagem da Sustentabilidade, de Bob Willard;
19. Plano B 4.0 (editado no Brasil este ano);
20. A Corporação, de Joel Bakan;
21. Uma Verdade Inconveniente, de Al Gore.

Os dois últimos títulos foram transformados em filmes polêmicos e instigantes. Confira abaixo o trailer do documentário de Al Gore.

 

 

 

Neste livro, Thomas Woods fala sobre como toda a civilização ocidental nasceu e se desenvolveu apoiada nos valores e ensinamentos da Igreja Católica. Entre outras coisas, explica por que a ciência e a filosofia modernas só nasceram por estarem sob a mentalidade católica; como a Igreja foi essencial no desenvolvimento do Direito, da arquitetura e das artes plásticas; como ela mudou o mundo ao criar a Universidade, a caridade e o próprio conceito de humanidade como algo sagrado, a ser respeitado e preservado.

 

 

 

 

China é um dos mais recentes e fantásticos fenômenos políticos e econômicos. Ainda é muito pouco o que sabemos sobre esse imenso país, que há meros 30 anos era uma nação absolutamente fechada. Como ela se tornou um dos principais parceiros econômicos do mundo? Como se tornou esse gigante que só faz crescer? Com segurança e clareza é que o autor responde a essas e tantas outras perguntas, oferecendo um ponto de vista contextualizado e certeiro que, preocupado em informar, não foge nem engrandece polêmicas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 2003, o jornalista da Caros Amigos, José Arbex Jr., lançou um livro chamado Showrnalismo: A Notícia como Espetáculo, pela mesma editora da Caros Amigos, Casa Amarela.

Com o termo, Arbex Jr. quis fazer um trocadilho entre jornalismo e show, mostrando que o jornalismo da grande mídia é corrompido pela publicidade e pelo espetáculo, elementos usados pelos seus editores para tornar a notícia mais "digestível" e comercialmente viável.

O "líder de opinião", que é aquele jornalista ou blogueiro ultra-badalado não pelas idéias ou pelo caráter pessoal, mas pela "grife" que representa (ou é um jornalista dissidente da "mídia gorda" que agora critica o veículo em que trabalhava, ou um antigo jornalista militante de esquerda que foi corrompido, ou então é um mero blogueiro que se limita a fazer o "dever de casa" das lições da grande mídia), evidentemente tem uma visão muito restrita e acrítica do que é showrnalismo.

Ele se limita a entender o showrnalismo de duas maneiras:

1. Programas policiais que exageram na exibição da violência e do pitoresco;

2. Mídia de celebridades que exageram na publicação de escândalos e frivolidades.

O "líder de opinião", incapaz de ter um raciocínio original e crítico, já que apenas prefere fazer a média entre a mídia gorda e a grande mídia de esquerda, não consegue enxergar a complexidade do fenômeno do showrnalismo, que atinge mais veículos do que se imagina. O showrnalismo vai muito além do Fantástico da Rede Globo, dos programas do Datena, dos jornais popularescos, da revista Quem Acontece.

O showrnalismo invade até mesmo áreas ligadas em tese ao jornalismo objetivo. A Band News FM investe em showrnalismo cada vez mais a cada dia. Os telejornais, presos a gírias tolas como "balada" e "galera" - é só ver reportagens sobre beleza ou sobre crianças - , ou a adotar movimentos de imagem acelerada (técnica que imita os filmes mudos) em noticiários sérios, também são showrnalismo. O que dizer também de tantos clichês jornalísticos, como o costume pateta de dizer que toda atitude ecológica é "ecologicamente correta", senão que eles também são showrnalismo.

Mas o que pode assustar o "líder de opinião" e deixá-lo revoltado é que o paraíso astral do showrnalismo é o jornalismo esportivo. O "líder de opinião" só admite que apenas o Galvão Bueno faz showrnalismo esportivo. O resto, para ele, ou faz "humorismo saudável", ou faz "jornalismo sério'. Coitado dele. A julgar de jornalistas experientes e críticos como Juremir Machado da Silva e Marcos de Castro, respectivamente em A Miséria do Jornalismo Brasileiro (Vozes, 2000) e A Imprensa e o Caos na Ortografia (Record, 1998), o que eles dizem do jornalismo esportivo fará o "líder de opinião" sofrer um enfarte, porque ele se diverte tanto com a mídia esportiva que mesmo os piores erros ele nem consegue reconhecer.

O showrnalismo é uma arma da grande mídia para transformar a mercadoria informação em algo digestível. É uma forma também de torná-la acrítica, afinal os "grandes jornalistas" não gostam que seu público concorra com eles de igual para igual em termos de opinião. Sobretudo quando é um público de esquerda que contesta jornalistas de direita ou centro-direita. Por isso o showrnalismo está infiltrado até nas sutis entranhas do dito "jornalismo objetivo". É bom a gente tomar cuidado.

 

 

POR QUE LER NIETZSCHE HOJE

 
Capa de
Livro explica a obra de um dos pensadores mais provocativos

Dentre os clássicos da filosofia moderna, Nietzsche talvez seja o pensador mais incômodo e provocativo. Sua vocação crítica cortante o levou ao submundo de nossa civilização, sua inflexível honestidade intelectual denunciou a mesquinhez e a trapaça ocultas em nossos valores mais elevados, dissimuladas em nossas convicções mais firmes, renegadas em nossas mais sublimes esperanças. Essa atitude deriva do que Nietzsche entendia por filosofia.

Para ele, filosofar é um ato que se enraíza na vida e um exercício de liberdade. O compromisso com a autenticidade da reflexão exige vigilância crítica permanente, que denuncia como impostura qualquer forma de mistificação intelectual. Por isso, Nietzsche não poupou de exame nenhum de nossos mais acalentados artigos de fé. O destino da cultura, o futuro do ser humano na história, sempre foi sua obsessiva preocupação. Por causa dela, submeteu à crítica todos os domínios vitais de nossa civilização ocidental: científicos, éticos, religiosos e políticos.

Nietzsche é um dos grandes mestres da suspeita, que denuncia a moralidade e a política moderna como transformação vulgarizada de antigos valores metafísicos e religiosos, numa conjuração subterrânea que conduz ao amesquinhamento das condições nas quais se desenvolve a vida social. Nesse sentido, ele é um dos mais intransigentes críticos do nivelamento e da massificação da humanidade. Para ele, isso era uma conseqüência funesta da extensão global da sociedade civil burguesa, tal como esta se configurou a partir da Revolução Industrial.

Nietzsche se opõe à supressão das diferenças, à padronização de valores que, sob o pretexto de universalidade, encobre, de fato, a imposição totalitária de interesses particulares; por isso, ele é também um opositor da igualdade entendida como uniformidade. Assim, denunciou a transformação de pessoas em peças anônimas da engrenagem global de interesses e a manipulação de corações e mentes pelos grandes dispositivos formadores de opinião.

O esforço filosófico de Nietzsche o levou a se confrontar com as grandes correntes históricas responsáveis pela formação do Ocidente: a tradição pagã greco-romana e a judaico-cristã; e o que resultou da fusão entre as duas.

Ao longo desse seu confronto com o conjunto da herança cultural de nossa tradição, Nietzsche forjou conceitos e figuras do pensamento que até hoje impregnam nosso vocabulário e povoam nosso imaginário político e artístico. Tais são, por exemplo, as noções de Apolo e Dionísio, transformadas em categorias estéticas, os conceitos de vontade de poder, além-do-homem (Übermensch), eterno retorno e niilismo e a figura da morte de Deus.

É impossível se colocar à altura dos principais temas e questões de nosso tempo sem entender o pensamento de Nietzsche. Ateísta radical, ele atribui ao homem a tarefa de se reapropriar de sua essência e definir as metas de seu destino. Dele afirma o filósofo Martin Heidegger: "Nietzsche é o primeiro pensador que, perante a história universal pela primeira vez aflorada em seu conjunto, coloca a pergunta decisiva e a reflete internamente em toda a sua extensão metafísica. Essa pergunta reza: como homem, em sua essência até aqui, está o homem preparado para assumir o domínio da terra?"

Nesse sentido, Nietzsche é o pensador de nossas angústias, que não poupou nenhuma certeza estabelecida --sobretudo as suas próprias convicções-- e desvendou os mais sinistros labirintos da alma moderna. Com a paixão que liga a vida ao pensamento, Nietzsche refletiu sobre todos os problemas cruciais da cultura moderna, sobre as perplexidades, os desafios, as vertigens no fim do século 19. Dessa sua condição, postado entre o final e o início de duas eras, Nietzsche esboçou um quadro que, em todos os seus matizes, nos concerne ainda, na passagem a um novo milênio, em direção a um destino que ainda não se pode discernir.

A despeito de sua visão sombria, Nietzsche tentou ser, ao mesmo tempo, um arauto de novas esperanças. Sua mensagem definitiva --a criação de novos valores, a instituição de novas metas para a aventura humana na história-- é também um cântico de alegria. Essa é uma das razões pelas quais o estilo de Nietzsche resulta da combinação paradoxal de elementos antagônicos: sombra e luz, agonia e êxtase, gravidade e leveza.

Isso explica por que, para ele, o riso e a paródia são operadores filosóficos inigualáveis: eles permitem reverter perspectivas fossilizadas. Nietzsche, o impiedoso crítico das crenças canônicas, é também um mestre da ironia. Sua ambição consiste em tornar superfície o que é profundidade, restituir a graça ao peso da seriedade filosófica.

"Nietzsche"
Autor: Oswaldo Giacóia Júnior
Editora: Publifolha
Páginas: 96
Quanto: R$ 16,00 (preço promocional, válido por tempo limitado)
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

 

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